domingo, novembro 18, 2018

Transfobia ainda é obstáculo para o acesso de pessoas trans ao mercado formal de...

Iniciativas nas esferas pública e privada, como a Rede Monalisa e o Transcidadania, tentam reverter o cenário de exclusão criando pontes com empresas e oferecendo capacitação profissional Por Vitória Régia da Silva, do Gênero Número Não há vagas para pessoas trans. Desde que Natasha Roxy, 26 anos, passou a se reconhecer como uma mulher trans negra ela envia seu currículo para as empresas usando o nome social. Nunca foi chamada. Um dia ela resolveu fazer um teste e enviou o mesmo currículo, desta vez com seu nome de registro. As empresas começaram a entrar em contato. O caso evidencia a transfobia e a dificuldade que ela impõe à inserção de pessoas trans no mercado de trabalho. “Quase todos os meus trabalhos de carteira assinada são de telemarketing. Nunca me foram dadas muitas oportunidades”, afirma. Foi em busca de oportunidades que 525 pessoas, a maioria da região Sudeste, se cadastraram na Rede Monalisa, uma plataforma online para conectar potenciais candidatos e candidatas tran..

A POLÊMICA DOS BANHEIROS PARA TRANSSEXUAIS NAS ESCOLAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

A expectativa de vida de uma travesti ou transexual brasileira está em torno dos 30 anos, enquanto a expectativa de vida da população média...

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